ATIVIDADE 1 – TEOL – HISTÓRIA DO CRISTIANISMO: DAS COMUNIDADES CRISTÃS PRIMITIVAS À REFORMA PROTESTANTE – 52_2026 

maio 19, 2026 0 Por Atividade MAPA

ATIVIDADE 1 – TEOL – HISTÓRIA DO CRISTIANISMO: DAS COMUNIDADES CRISTÃS PRIMITIVAS À REFORMA PROTESTANTE – 52_2026 

 

Pensar sobre as influências do pensamento grego na religião cristã é, ao mesmo tempo, reconhecer que o cristianismo possui uma história, ou seja, não surge do nada. Vemos que os próprios contemporâneos da época viam claramente essas influências. É o caso do pensador Justino Romano, que, ao propor uma doutrina sobre o Logos, possui claro reconhecimento da influência do pensamento dos filósofos antigos no pensamento cristão. Assim como o pensamento grego possui fortes traços de sua cultura integrados com o cristianismo, a cultura romana também se fará presente na fundamentação dessa nova religião. Destarte, será no estoicismo, pensamento filosófico clássico, que o cristianismo encontrará o seu maior interlocutor.

Fonte: SILVA, S. H. J.; OLIVEIRA, F. R. de. História do Cristianismo: das comunidades cristãs primitivas à Reforma Protestante. Maringá: Unicesumar, 2024.​

A historiografia e a teologia contemporânea defendem que a formação do cristianismo primitivo não ocorreu em um vácuo cultural, mas por meio de um processo de “continuidade” e “aproveitamento” das estruturas intelectuais e práticas do mundo greco-romano. Autores como Justino Romano, Santo Agostinho e o Apóstolo Paulo são figuras centrais que demonstraram como o pensamento helênico (especialmente o conceito de Logos) e a ética romana (especialmente o Estoicismo) serviram de “pedagogia” ou preparação para a fixação do dogma cristão no Ocidente.

Considerando o texto base e seus estudos sobre a Unidade II, produza um texto dissertativo-argumentativo, com extensão entre 400 e 500 palavras, analisando a influência das matrizes grega e romana na consolidação do cristianismo nos primeiros séculos. Em seu texto, você deve obrigatoriamente abordar:

  1. A relação estabelecida por Justino Romano entre a filosofia grega e o conceito cristão de Logos.
    2. A importância do estoicismo romano e da atuação de Paulo de Tarso no processo de helenização e expansão da fé cristã.
    3. O argumento da “continuidade” em oposição à ideia de “ruptura” total entre o mundo pagão e o cristão.

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