A cidade fictícia de Nossa Esperança, localizada em uma região com fortes desigualdades socioeconômicas, lançou recentemente o programa “Cidadania Ativa”, voltado para a requalificação profissional e inclusão social de jovens em situação de vulnerabilidade. No entanto, após seis meses de implementação, o programa enfrenta críticas severas da comunidade local e de órgãos de controle. Os principais problemas identificados foram: (1) falta de transparência: a população não sabe como os recursos estão sendo aplicados e quais são os critérios de seleção dos beneficiários; (2) baixa efetividade: embora muitos jovens tenham se matriculado, a taxa de empregabilidade ao final dos cursos permanece estagnada; (3) cidadania limitada: os jovens sentem que o programa é “imposto” de cima para baixo, sem que suas reais necessidades territoriais e identitárias sejam ouvidas, caracterizando o que a literatura chama de cidadania apenas formal, sem alcance substantivo.
Agora, imagine que você foi contratado como Consultor de Gestão e Políticas Públicas pela prefeitura de Nossa Esperança para realizar…
